Quantas vezes o seu comportamento, seus pensamentos, atos e palavras são limitados por aquilo que os outros te falaram ou por uma perspectiva criada quando você tinha 4 ou 5 anos de idade?  E consequentemente seus resultados também foram limitados.

 

            Quantas vezes você faz alguma coisa simplesmente porque te falaram que é assim que se faz, é o melhor jeito e é assim que as coisas funcionam?

 

            Até onde você se conhece de verdade e age com espontaneidade e autenticidade, livre de julgamentos livre de expectativas de terceiros?

 

            Suas escolhas são influenciadas mais por aquilo que você é ou apenas por uma parte sua que deseja se encaixar em padrões, se sentir integrante em algum grupo, se sentir amado, desejado e digno.

 

            Normalmente não sabemos o quanto estamos sendo autênticos e íntegros e o quanto estamos sendo influenciados por padrões. Somos seres adaptáveis e vivemos em grupos, precisamos dessa adaptação para sobrevivermos, mas até onde adaptarmos significa deixarmos de ser nós mesmos, autênticos, reprimir nossos sonhos, desejos, vontades, impulsos, sentimentos, emoções? E nos identificarmos unicamente com um padrão?

 

            Normalmente aprendemos tudo sobre ética, comportamento, moral e aquilo que é considerado bom mediante várias linhas de estudos. Diametralmente oposto àquilo que é considerado bom e certo em nossa sociedade ou qualquer grupo que seja existe um padrão negro, aquilo que é sujo, errado, vil e mal. Mesmo algumas dessas qualidades representando a essência do homem ela é vista como maligna, e somos influenciados a reprimir, esconder e fechar os olhos para uma parte de nós mesmos.

 

            Somos convidados a esconder tudo àquilo que não considerado bom e certo.

 

            Mas fechar os olhos para essas qualidades não faz com que elas desapareçam.

 

            Dentro de tudo àquilo que aprendemos a reprimir, não existe apenas o potencial destrutivo do homem, que apesar de muitas pessoas não concordarem precisamos e muito dele. Afinal de contas não precisamos do potencial destrutivo para destruir aqueles padrões e comportamentos que nos aprisionam na mediocridade e nos mantêm estagnados em nossas vidas, e abrir espaço para algo completamente novo? Não precisamos da agressividade e do egoísmo para colocarmos limites nas pessoas e nos relacionamentos? Grave essa frase:

 

            ‘’Passividade excessiva gera desrespeito. ’’

 

            Mas aprendemos a reprimir também todo o nosso potencial criativo, toda a nossa espontaneidade, nossos sonhos, nossos desejos, talentos, nossas emoções, sentimentos, carreiras... tudo àquilo que não está conforme o padrão que escolhemos interpretar é levado para o inconsciente e fica por lá, tentando de todas as maneiras se manifestar em nossa vida, mas insistimos em reprimir por não serem consideradas apropriadas.

 

            A proposta deste livro é trazer à sua consciência a importância de uma vida equilibrada e de você integrar esse aspecto reprimido, a importância de olhar para ele e viver de maneira completa e não pela metade seguindo apenas os ditames sociais. Você vai perceber o quanto sua vida pode estar paralisada em qualquer área pela sua falta de entendimento sobre tudo isso que está reprimido e escondido das pessoas e de você mesmo.

 

            Você tem um potencial de alavancar todas as áreas de sua vida, viver o que nunca viveu, só precisa aprender a integrar essa parte de si mesmo que sempre foi excluída e é uma mina de energia pronta para trabalhar a seu favor. Você só precisa aprender a acessá-la.

 

            ‘’Não podemos mudar coisa alguma em nós mesmos sem antes aceita-las’’

O Seu Outro Lado

R$ 12,90Preço

    Victor Maroto Aguiar Santos

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