3 passos para a Autoconfiança

A autoconfiança é uma qualidade de altíssimo valor de mercado hoje em dia. Pessoas mais confiantes geralmente são mais felizes, mais saudáveis, têm relacionamentos mais satisfatórios, se sentem mais realizadas em várias partes da vida, e também são mais remuneradas por isso.


A autoconfiança representa a segurança de uma pessoa em relação suas habilidades e suas capacidades de lidar com as mais diferentes situações e de experimentar coisas novas. Está muito ligada a forma como uma pessoa se vê sozinha e em um contexto social.





As pessoas mais confiantes tendem a serem mais felizes, têm relacionamentos melhores e são mais satisfeitas com a vida porque são mais convictas de suas capacidades, aceitam mais desafios se expressam como gostariam sem medo de serem julgadas e vão em busca daquilo que faz elas se sentirem bem.


Em contrapartida, as pessoas inseguras procuram evitar o máximo coisas novas, sentem-se retraídas, sentem medo do julgamento dos outros, sentem medo de errar e preferem manter suas atividades dentro da zona conhecida, aquela que já estão bem habituadas. São mais infelizes, têm relacionamentos mais tóxicos e abusivos, tendem a trabalhar em empregos que não gostam por medo ou comodidade.


Acabamos de descrever dois tipos de personalidades bem distintas:Personalidade Afirmativa e personalidade Passiva.


Mas, o que faz uma pessoa se identificar mais com uma do que com outra? Como ela é construída? Temos como mudar de uma para a outra? Como? Essas perguntas darão continuidade ao nosso artigo.


Construção


Quando um indivíduo nasce, ele não se identifica com nada, não tem personalidade, não tem crenças, não tem preferência ou opinião. Ele é como uma folha em branco. E essa folha em branco vai sendo escrita ao longo de sua vida.


Todas informações que esse novo indivíduo recebe como experiencias, fatos, estímulos, influência, lições, acontecimentos... vão para o seu''banco de dados'' individual ou memória. Esse banco de dados serve para dar estrutura às suas crenças, de como o fundo funciona, o que cada coisa representa e quem ele é.


Se uma criança é constantemente reprimida de forma agressiva e violenta, essa informação -experiência- pode estruturar uma ideia de que não faz nada direito, que é um mau menino... Um abandono pode desenvolver uma crença de que não é amada ou valorizada... Notas ruins na escola pode desenvolver uma crença de inferioridade aos colegas...


São infinitos exemplos, não podemos julgar as crianças por adotar essas crenças, elas ainda não desenvolveram sua capacidade de analisar os fatos e tirarem conclusões mais alinhadas com a realidade e nem tem informações suficientes para isso. Essa é a realidade delas!


Então quando criança essas crenças já são formadas, e são fortalecidas ao longo da vida. Quando adolescente ou já adulto temos então personalidades formadas baseadas em informações coletadas por crianças.


Não consigo, é difícil, é perigoso, sou pior que os outros, não faço nada direito, ninguém gosta de mim, sou muito feio, sou burro demais para isso...Típicos pensamentos de crianças feridas.


Uma pessoa com esses pensamentos é claramente uma pessoa que possui uma personalidade Passiva, mesmo que ela não identifique esse tipo de pensamento, eles estão no cerne de sua personalidade, às vezes tão escondidos que a pessoa nem percebe a existência deles.


Um indivíduo pode não perceber a existência desses pensamentos, mas pode claramente identificar sua insegurança, seu medo, sua relutância pelo novo.


A boa notícia é que, da mesma forma que você aprendeu e desenvolveu um tipo de personalidade ao longo de sua vida, você também pode aprender um novo jeito de se ser, um novo jeito de se comportar e um novo jeito de se ver diante de casa situação.


Nós seres humanos temos essa maravilhosa habilidade de nos adaptarmos ao longo da vida. E fazendo isso conscientemente podemos nos adaptar a novos padrões que nos trazem resultados mais positivos ao longo de nossa vida.


Vou abordar 3 formas bem simp